Demorei muito pra falar disso e não podia demorar nem mais um post. Eu já achava o Markus Zusak incrível, as palavras dele em A menina que roubava livros permanecem em mim dolorosamente lindas como Liesel, a personagem principal, a eterna "roubadora de livros". Minha paixão por esta história é infinita, tão forte que é até difícil descrever.
Sempre acho que quando falo das coisas que gosto muito, acabo deixando escapar algo, como se minhas palavras fossem pouco pra expressar o quanto tal coisa é boa, mas enfim, voltando ao Zusak, fiquei sabendo de Eu sou o mensageiro, livro lançado por ele antes de seu best-seller e já quis adotar a obra, abraçar, cheirar e absorver cada uma daquelas linhas. Queria ter aquele livro. - por que sempre que eu falo de livros fico parecendo uma pessoa psicótica?
No entanto, foram aparecendo tantas palavras doces pelo meu caminho... Anotei Eu sou o mensageiro na lista e deixei pra mais tarde. Em 2009, quase três anos depois, finalmente me vi encantada com o que Markus Zusak escreveu neste livro e a única palavra que consigo pensar é: GENIAL! Assim mesmo, como letras maiúsculas e ponto de exclamação no final.
O livro conta a história de Ed Keneddy que tem 19 anos e é um fracassado. Do nada, ele começa a receber cartas de baralho que dão uma reviravolta extraordinária em sua vida e nas vidas alheias também. O que dizer? Me apaixonei por Ed Keneddy. Me encantei por cada uma das mensagens, pela força que ele demostrou, pelos seus amigos e, céus, como torci para que ele e a Audrey se encontrassem um no outro, finalmente.
Tem uma coisa que sempre faço - não acredito que vou contar isso pra vocês, mas lá vai - quando leio algum trecho que me deixa fascinada: afasto um pouco o livro, fecho os olhos e suspiro. Percebi isso pouquinho tempo atrás, é uma coisa tão inconsciente, mas que sempre faço com os livros que amo. Aqueles que é difícil abandonar e dizer adeus, aqueles que dá uma tristeza ler a última página, sentindo falta daqueles personagens sabendo que eles sempre estarão em nós, pulsando em nós. Aqueles livros que sempre iremos visitar pra lembrar todas as coisas que sentimos durante a leitura. Eu sou o mensageiro é assim, daqueles livros que cabem direitinho no nosso coração e jamais saem de lá.
Sempre acho que quando falo das coisas que gosto muito, acabo deixando escapar algo, como se minhas palavras fossem pouco pra expressar o quanto tal coisa é boa, mas enfim, voltando ao Zusak, fiquei sabendo de Eu sou o mensageiro, livro lançado por ele antes de seu best-seller e já quis adotar a obra, abraçar, cheirar e absorver cada uma daquelas linhas. Queria ter aquele livro. - por que sempre que eu falo de livros fico parecendo uma pessoa psicótica?
No entanto, foram aparecendo tantas palavras doces pelo meu caminho... Anotei Eu sou o mensageiro na lista e deixei pra mais tarde. Em 2009, quase três anos depois, finalmente me vi encantada com o que Markus Zusak escreveu neste livro e a única palavra que consigo pensar é: GENIAL! Assim mesmo, como letras maiúsculas e ponto de exclamação no final.
O livro conta a história de Ed Keneddy que tem 19 anos e é um fracassado. Do nada, ele começa a receber cartas de baralho que dão uma reviravolta extraordinária em sua vida e nas vidas alheias também. O que dizer? Me apaixonei por Ed Keneddy. Me encantei por cada uma das mensagens, pela força que ele demostrou, pelos seus amigos e, céus, como torci para que ele e a Audrey se encontrassem um no outro, finalmente.
Tem uma coisa que sempre faço - não acredito que vou contar isso pra vocês, mas lá vai - quando leio algum trecho que me deixa fascinada: afasto um pouco o livro, fecho os olhos e suspiro. Percebi isso pouquinho tempo atrás, é uma coisa tão inconsciente, mas que sempre faço com os livros que amo. Aqueles que é difícil abandonar e dizer adeus, aqueles que dá uma tristeza ler a última página, sentindo falta daqueles personagens sabendo que eles sempre estarão em nós, pulsando em nós. Aqueles livros que sempre iremos visitar pra lembrar todas as coisas que sentimos durante a leitura. Eu sou o mensageiro é assim, daqueles livros que cabem direitinho no nosso coração e jamais saem de lá.
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Aí que finalmente essa coisinha que chamamos de sistema de comentários, o senhor haloscan, resolveu me abandonar. Tava achando muita mamata, pra ser sincera, mas sabia que isso aconteceria mais cedo ou mais tarde. Logo, perdi todos os comments de vocês. Lindo, né? Ai. Que. Raiva. Mas ok, vamos seguir, não vamos nos descabelar por causa disso. Coloquei o sistema de comentários do blogger e é isso aí. Ainda bem que já tinha lido os comments de algumas pessoas, mas francamente? Aff, haloscan.
Fora isso, tudo bem. Beijos, queijos e muito amor,
Tary.
Aí que finalmente essa coisinha que chamamos de sistema de comentários, o senhor haloscan, resolveu me abandonar. Tava achando muita mamata, pra ser sincera, mas sabia que isso aconteceria mais cedo ou mais tarde. Logo, perdi todos os comments de vocês. Lindo, né? Ai. Que. Raiva. Mas ok, vamos seguir, não vamos nos descabelar por causa disso. Coloquei o sistema de comentários do blogger e é isso aí. Ainda bem que já tinha lido os comments de algumas pessoas, mas francamente? Aff, haloscan.
Fora isso, tudo bem. Beijos, queijos e muito amor,
Tary.